sexta-feira, 19 de novembro de 2010

REGRESSÃO DE MEMÓRIA E PSICOTERAPIA REENCARNACIONISTA




A Psicoterapia Reencarnacionista

:: Mauro Kwitko :: 



A Psicoterapia Reencarnacionista nasceu com a finalidade de trazer à Psicologia e à Psiquiatria uma possibilidade infinita de expansão. A Reencarnação e a atuação dos Espíritos obsessores é agregada aos conceitos psicológicos e psiquiátricos, criando uma nova maneira de encarar os conflitos de todos nós e as doenças mentais. Com a Reencarnação, a infância deixa de ser considerada o início da vida e passa a ser vista como a continuação de nossa vida eterna; a nossa família não é mais um conjunto de pessoas que uniram-se ao acaso por laços afetivos e, sim, um agrupamento de Espíritos unidos por laços kármicos; as situações que vamos encontrando no decorrer da vida não são aleatórias e, sim, reflexos, conseqüências, decorrências de nossos atos passados, necessidades para nosso projeto evolutivo espiritual. 



A Psicologia atual enxerga nossa vida apenas desde a infância e, por isso, limita seu campo de ação a uma fração mínima da nossa existência. Trabalha com um conceito equivocado que é a Formação da Personalidade, pois afirma que não existíamos antes. A psicoterapia Reencarnacionista trabalha com a Personalidade Congênita. 
Agregando a Reencarnação à Psicologia cria-se uma nova Psicologia, baseada na nossa vida eterna, na nossa busca de evolução espiritual, de purificação. Não somos mais pessoas, somos Espíritos encarnados; não somos homens e mulheres, somos Espíritos em corpos masculinos e femininos; não somos brancos ou negros, somos Espíritos em cascas de cor diferente; não somos brasileiros, argentinos, americanos, iraquianos, somos Espíritos que encarnaram, dessa vez, nesses países. A Reencarnação, além da capacidade de expandir a Psicologia para o infinito, tem o potencial de eliminar o racismo, os preconceitos e a violência da face da Terra. 



E a Psiquiatria? Não lidando com a realidade espiritual, atribui a doença mental ao cérebro, como se os pensamentos aí residissem, não sabendo ainda que o cérebro é apenas o codificador, o intermediário entre o corpo físico e a Mente. As doenças do pensamento são, em sua maioria, originárias das encarnações passadas, de ações praticadas e ações sofridas, num desequilíbrio entre o Ego e o Espírito, que faz com que os doentes tenham enormes dificuldades de sintonizar com os níveis superiores espirituais e, pelo contrário, sintonizem com os níveis inferiores, escuros, onde vivem nossos irmãos que não enxergam a Luz, e quando a enxergam consideram-na desagradável por poder revelar-lhes a Verdade. Os doentes mentais, com traumas terríveis em seu Inconsciente e sofrendo com a presença de seres inferiores espirituais, vivem em um inferno interior, com idéias e atitudes incompreensíveis para a nossa Psiquiatria oficial, incompetente para entender essas questões. 



REGRESSÃO TERAPÊUTICA



Muito se tem falado, hoje em dia, sobre esse novo método terapêutico, baseado na busca do desligamento de uma pessoa de fatos traumáticos do seu passado, que ainda estejam lhe afetando, trazendo os sintomas das fobias, do transtorno do pânico, as depressões refratárias, dores sem solução, etc. 
Existe porém a Lei do Esquecimento que não pode ser ignorada, pois é uma circunstância do Espírito reencarnado que, se reencarnasse sabendo do seu passado, certamente não agüentaria o peso dessa memória, seja em relação ao que fez como também ao que lhe foi feito em outras épocas. Mas a Terapia de Regressão é uma técnica incentivada pelo Mundo Espiritual e isso - que pode parecer uma contradição - pode ser conciliado desde que seja observada a ética em relação ao Esquecimento. A regressão realizada pelo Guia Espiritual do paciente e não pelo terapeuta é uma regressão ética realizada por nós da Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista (www.abpr.org). É de fundamental importância que a Regressão seja realizada de uma maneira ética, sem que o terapeuta infrinja as leis karmáticas.



A Terapia de Regressão não deve nunca ser colocada a serviço da curiosidade e também não devemos infringir a Lei do Esquecimento fazendo a regressão, dirigindo o processo, ajudando o paciente a saber coisas como Quem eu fui em outras vidas?, Quem eu e minha ex-esposa fomos?, Por quê meu filho me odeia?, etc., e, sim, permitir que o Guia Espiritual da pessoa, dentro do merecimento da pessoa, lhe mostre e possibilite seu acesso ao que pode ver e acessar. 
Concordo com pessoas do movimento espírita que opõem-se à Terapia de Regressão, pois realmente existem terapeutas realizando regressão sem cuidar da ética, conduzindo o processo, dirigindo a sessão, fazendo com que o paciente veja coisas que não poderia ver, acessar fatos que não poderia acessar e até reconhecer pessoas lá com as quais convive hoje. Isso é errado e perigoso.



A regressão tem uma ação terapêutica potencial que é poder desligar a pessoa de situações traumáticas de uma ou mais encarnações passadas, às quais está ligada como se ainda estivesse lá, mas tudo está dentro do merecimento e quem sabe se a pessoa já merece libertar-se de uma situação traumática do seu passado é o seu Guia Espiritual e não o terapeuta. 
Alguns terapeutas de regressão fazem o paciente reviver apenas até o final do trauma do passado, mas isso, na minha opinião, pode ser uma regressão incompleta, pois onde termina a regressão, fica a sintonia, e se ele, após o trauma, ainda não ficou bem? Regressão é uma rememoração do momento traumático do passado no qual a pessoa ainda ficou sintonizada, com a intenção de ajudá-la a libertar-se daquela sensação. O ideal é levar a rememoração até a morte, o desencarne e a subida para o Plano Astral, até a pessoa mostrar que já está sentindo-se bem, que desapareceram todos os sintomas da vida que reviveu.



Estamos seguindo os passos do Dr. Freud, que descobriu esse mundo escondido, mas por sua limitação - e dos seus seguidores - isso ficou restrito apenas a uma encarnação, que equivocadamente chamam de vida. Nós estamos indo Inconsciente adentro! E o que encontramos? A Reencarnação.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Poema de Gratidão - Amélia Rodrigues

ALFORRIA




Muitas pessoas por desconhecimento ou preconceito, se colocam a falar a respeito dos conhecidos Pretos Velhos como espíritos atrasados e portanto sem conhecimento. Pobre humanidade, inclusive a religiosa, que muitas vezes tentando defender suas convicções  se refere a estes irmãos com prepotência. Na fiel tentativa de manterem a técnica e restrição, acabam esquecendo das palavras de Jesus. Os verdadeiros Pretos Velhos na verdade são irmãos espirituais que já galgaram muitos degraus evolutivos, mas por opção, permanecem com a aparência de um "velho negro", mantendo a simplicidade dos gestos, da fala, e dos conceitos, a fim de que suas mensagens sejam entendidas por todos e não só por aqueles que tiveram a oportunidade de permanecer e fazer carreira através dos bancos escolares. Jesus nasceu entre os simples, conviveu com os simples, suas palavras poderiam ser entendidas por todos, porque simples era a sua mensagem. Oxalá! todos pudessem perceber a importância e a sabedoria destes amigos chamados de " Pretos".

Abaixo vai um texto retirado do livro Alforria, psicografado pelo Médium Robson Pinheiro, através do espírito " Pai João de Aruanda". Leia de coração aberto!






Muita gente procura o centro espírita em busca de uma conversa direta com os guias espirituais. Talvez acreditem que, se tiverem oportunidade de conversar, chorar suas mágoas e defender suas idéias de autopiedade, os espíritos se mobilizarão para auxiliá-los e destrinchar suas dificuldades com toda a urgência e facilidade. Meu Deus, como muitos amigos(as) estão equivocados! Espírito nenhum resolve problemas de ninguém. Esse definitivamente não é o objetivo nem o papel dos espíritos, meu filho(a). Se porventura você está em busca de uma solução simples e repentina para seus dramas e desafios, saiba que os espíritos desconhecem quimera capaz de cumprir esse intento.

No espiritismo, não se traz o amor de volta; ensina-se a amar mais e valorizar a vida, os sentimentos e as emoções, sem pretender controlar os sentimentos alheios ou transformar o outro em fantoche de nossas emoções desajustadas.

Os espíritos não estão aí para “desmanchar trabalhos” ou feitiçarias; é dever de cada um renovar os próprios pensamentos, procurar auxílio terapêutico para educar as emoções e aprender a viver com maior qualidade.

Até o momento, não encontramos uma varinha mágica ou uma lâmpada maravilhosa com um gênio que possa satisfazer anseios e desejos, resolvendo as questões de meus filhos(as). O máximo que podemos fazer é apontar certos caminhos e incentivar meus filhos(as) a caminhar e desenvolver, seguindo a rota do amor.

Não adianta falar com as entidades e os guias ou procurar o auxílio dos orixás, como muitos acreditam, pois tanto a solução como a gênese de todos os problemas está dentro de você, meu filho. Ao menos no espiritismo, a função dos espíritos é maior do que satisfazer caprichos e necessidades imediatas daqueles que concentram sua visão nas coisas do mundo. Não podemos perder nosso tempo com lamentações intermináveis nem com pranto que não produza renovação. Nosso campo de trabalho é a intimidade do ser humano, e a cientização de sua capacidade de trabalhar e investir no lado bom de todas as coisas. Nada mais.

Tem gente por aí se deixando levar pelas aparências de espiritualidade. A grande multidão ainda não despertou para as verdades espirituais e acha-se com os sentidos embriagados e as crenças arraigadas em formas mesquinhas e irreais de viver a vida espiritual. Persegue soluções que lhe sejam favoráveis, e, em geral, tais soluções dizem respeito a questões emocionais ou materiais que meus filhos(as) não se sentiram capazes de superar. Ah! Como se enganam quanto à realidade do espírito.

O aprendizado da vida é longo, amplo e exige um esforço mental de tais proporções que não torna fácil romper com os velhos hábitos de barganhas espirituais aprendidos com as religiões do passado.

Fazem-se promessas, cumprem-se rituais na esperança de que os espíritos ou Deus concedam-lhes um favor qualquer em troca de seus esforços externos, que presumem sobrepor-se aos valores internos.Pensamentos assim resultam de uma educação religiosa deficiente e advêm de hábitos seculares que perduram nos dias atuais e carecem de uma análise mais profunda. Os indivíduos que agem com base nessas premissas evitam reconhecer sua responsabilidade nos acontecimentos que os atingem e pensam enganar a Deus com seu jeito leviano e irresponsável de tratar as questões espirituais. Fatalmente se decepcionam ao constatar que aquilo que queriam não se realizou e que as forcas sublimes da vida não se dobraram aos seus caprichos pessoais.

Os problemas apresentados pela vida têm endereço certo, e não há como transferi-los para os espíritos resolverem. Se determinada luta ou dificuldade chega até você, compete a você vencê-la. Na sede de se livrar do processo educativo ministrado pela vida, meus filhos(as) esperam que , os espíritos, possam isentá-los de seus desafios. Isso é irreal. Não detem o poder de transferir de endereço a receita de reeducação que vem para cada um. Nenhum espírito minimamente esclarecido poderá prometer esse tipo de coisa sem comprometer o aprendizado individual. Foram chamados pelo Pai para auxiliar meus filhos(as) apontando o caminho ou a direção mais provável para alcançarem êxito na construção de sua felicidade.

Vejam como exemplo a atuação do próprio Nosso Senhor Jesus Cristo. Mesmo matando a sede e a fome de multidões, ele não arranjou emprego para ninguém. Curou e restabeleceu a saúde de muitos que nele acreditaram, mas não libertou ninguém das conseqüências de seus atos e escolhas. Sabendo das dificuldades sociais da época, não tentou resolver questões que somente poderiam ser transpostas com o tempo e o amadurecimento daquele povo. Em momento algum o vimos a prescrever fórmulas para dar fim a desavenças de ordem familiar, socioeconômica nem tampouco emocional, recomendando meios de trazer o marido de volta ou fazer a pessoa amada retornar aos braços de quem deseja. Uma vez que ele é o Senhor de todos os espíritos e não promoveu coisas nesse nível, como podemos nós, seus seguidores, sequer cogitar realizá-las?

O que podemos deduzir das atitudes de Nosso Senhor, meus filhos(as), é que, se ele não se dispôs a realizar tais demandas, que na época certamente existiam, é porque a natureza de seu trabalho era outra. Mesmo debelando os males, prestando o socorro que podia, ele não eximiu a população de enfrentar seus desafios. Quem recebeu o pão voltou a ter fome e inevitavelmente teve de trabalhar para suprir as próprias necessidades; quem foi curado teve de aprender a valorizar a própria vida, pois outras enfermidades viriam mais tarde; quem Jesus ressuscitou dos mortos desencarnou mais adiante. Em suma, o processo de reeducação a que conduzem os embates da vida é tarefa de cada um. Cristo Nosso Senhor apenas indicou a direção, mas cabe a cada seguidor palmilhar o caminho com suas próprias pernas, avançando com passos seguros e resolutos em seu aprendizado.

Através desse raciocínio, meu filho(a), você poderá compreender a razão pela qual não há proveito em recorrer aos espíritos para livrá-lo do sofrimento ou isentá-lo de dificuldades. Esse é o caminho do crescimento na Terra, e não há como fugir às próprias responsabilidades ou transferir o destino das tribulações. A dívida acorda sempre com o devedor, não há como se furtar a essa realidade.




Capítulo do livro Pai João, da Casa dos Espíritos Editora. (livro Alforria reeditado)

APOMETRIA- TÉCNICA DE CURA ESPIRITUAL







A medida em que a humanidade evolui, os véus do desconhecido vão se descortinando e o conhecimento das leis espirituais, que antes era privilégio de poucos, vai sendo revelado abertamente aos pesquisadores isentos de preconceitos.

A utilização da apometria pode ser considerada como parte da evolução no tratamento espiritual, embora muitos espíritas e espiritualistas ainda não a aceitem ou a utilizem, talvez por falta de uma divulgação adequada e uma maior interação com o assunto.

A apometria é uma técnica que consiste no desdobramento espiritual (emancipação da alma, viagem astral ou projeção da consciência) por intermédio do comando da mente. "Representa o clássico desdobramento entre os componentes materiais somáticos do homem e sua constituição espiritual", de acordo com a definição do livro Apometria- Novos Horizontes da Medicina Espiritual, escrito pelo médico Vitor Ronaldo Costa e publicado pela Casa Editora O Clarim, em 1997.

Esse estado de emancipação da alma dá maior possibilidade ao médium de executar as tarefas assistenciais no plano espiritual, por poder expandir, dessa maneira, sua capacidade sensitiva, além de permitir que esteja no mesmo plano de atuação do desencarnado. Ao mesmo tempo, o paciente, que também fica em estado de emancipação, facilita seu atendimento. Isso ocorre porque no plano astral o campo energético, assim como os desequilíbrios, podem ser observados de uma forma mais ampla pela equipe tanto de trabalhadores encarnados como pelos espíritos benfeitores.

Porém, os estudiosos sérios alertam que não se trata de mediunismo e que deve ser utilizada por pessoas habilitadas, capazes e envolvidas em bons propósitos. "Tenhamos sempre em mente que a apometria é apenas um instrumento auxiliar de manuseio anímico-mediúnico, aplicado com a finalidade de facilitar o acesso do médium à intimidade energética do indivíduo enfermo", relata o médico e autor Vitor Ronaldo. Ele complementa dizendo que a técnica da apometria, quando bem aplicada e sob a cobertura dos bons espíritos, realmente se destaca no diagnóstico de certeza e na condução da terapêutica mais indicada.

AUTO-CONFIANÇA





Cada um de nós tem o seu próprio poder. Desenvolver nossos 

talentos e nossa potencialidade nos mostra a capacidade humana de 

superação" 

A autoconfiança, ao contrário do que muitos pensam, não é ser maior 
ou melhor do que as outras pessoas. Não tem nada a ver com arrogância 
ou superioridade. É saber que cada um de nós tem um núcleo de força 
interior que nos permite enfrentar situações difíceis e nos torna 
aptos a viver. Autoconfiança é tomar posse de si mesmo, 
independentemente de nossas qualidades ou defeitos. É tomar 
consciência de nossa singularidade, de nossa individualidade, do 
nosso querer, da nossa vida. A autoconfiança se desenvolve a partir 
do nosso crescimento. Cada um de nós tem o seu próprio poder. 
Desenvolver nossos talentos, nossa potencialidade, além de nos fazer 
felizes, nos mostra a capacidade humana de superação. Do ponto de 
vista cultural, fomos minados na nossa autoconfiança desde cedo. As 
críticas constantes, a ênfase em nossos pontos fracos nos tornaram 
pessoas frágeis, medrosas e tendentes à sensação de fracasso. Nós nos 
sentimos de acordo com o que pensamos de nós mesmos. O diálogo 
interno de autocensura, de muita exigência nos torna tímidos, 
recuados diante da vida e propensos à tristeza quando o mundo não nos 
atende da maneira que gostaríamos ou quando as dificuldades da vida 
aparecem. Não são poucas as pessoas que falam mal de si próprias: 



- Não vou dar conta, sou muito fraco, não tenho força de vontade, 

tenho um gênio difícil, não consigo nada que quero. 


A autoconfiança é como uma bateria para o carro. Quando está bem 

carregada, o carro funciona bem. Quando está com pouca carga, o carro 

engasga ou não funciona direito. De que maneira podemos carregar ou 
descarregar a nossa bateria vital, nosso entusiasmo? Há alguns 
mecanismos que corroem nossa autoconfiança. O primeiro deles é nossa 
constante frustração. Idealizamos o mundo e as pessoas. Enchemos 
nossa cabeça com um monte de "deverias" e nos irritamos quando as 
pessoas, nós e as coisas não são como deveriam ser. A culpa constante 
por nossos erros, a sensação de ofendidos, magoados, humilhados e 
incompreendidos é a conseqüência do nosso perfeccionismo. Outro 
mecanismo, conseqüência do primeiro, é a autopiedade. Quantas vezes 
sentimos pena de nós mesmos. A autopiedade é o poder dos indefesos. É 
um mecanismo que, além de culpar os outros, descarrega nossa força 
vital e nos faz desanimados e, em grau mais intenso, deprimidos. A 
postura da vítima, sempre se queixando do mundo, o pessimismo de quem 
só vê o lado escuro dos fatos, para quem nada está bom, é 
característica das pessoas que, ao se sentirem fracas, querem se 
compensar apontando as falhas do mundo. Outro ladrão da autoconfiança 
é a indecisão crônica. O medo de errar nos paralisa e nos impede de 
arriscar. Muitos de nós temos apenas um critério de funcionamento: o 
certo e o errado. 

Estamos na vida para viver ou para não errar? O erro é a saída fora 

de um padrão determinado. Nunca será possível passarmos nossa vida 

sem cometer erros. Aprender com os erros é muito mais saudável do que 
nos esforçarmos para jamais errar. O medo da crítica, querer agradar 
sempre, a necessidade de aprovação nos oprime e nos leva à indecisão. 
A comparação com as outras pessoas é outra forma de perdermos nossa 
autoconfiança. Sempre haverá pessoas melhores e piores do que nós. 
Não estamos no mundo para sermos mais ou menos do que alguém, mas 
para sermos cada vez melhores do que somos. Desenvolver e cuidar da 
nossa alegria, aceitar o fato de sermos únicos, perdoar-se 
constantemente pelas falhas, ter um desejo genuíno de melhorar a cada 
dia, aumentar a capacidade de se amar e amar os outros é o único 
caminho de conexão com nosso poder interior, nossa autoconfiança. 
Todos podemos desabrochar aquilo que somos.

Lembra Senhor... Momento com Deus

O SÁBIO



Conta-se que, no século passado, um turista americano 
foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar 
um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num 
quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças 
de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? - perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa, perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! - surpreendeu-se o turista
- Mas eu estou aqui só de passagem!
Eu também... - concluiu o sábio.

"A VIDA NA TERRA É SOMENTE UMA PASSAGEM, 

NO ENTANTO, ALGUNS VIVEM COMO SE FOSSEM 

FICAR AQUI ETERNAMENTE E SE ESQUECEM DE 
SEREM FELIZES".
(Autor desconhecido)